Os Homens estão morrendo mais de Câncer de pele.

Qualquer pessoa pode ter câncer de pele, porém existem alguns fatores de risco, como: pessoas muito claras, que se queimam facilmente; exposição excessiva e prolongada ao sol; indivíduos com história familiar de tumor na pele; exposição a compostos ocupacionais como alcatrão ou arsênio; cicatrizes de queimaduras.

O câncer cutâneo caracteriza-se pelo crescimento anormal e descontrolado das células que compõem a pele. É o mais frequente dos tumores existentes. Acomete aproximadamente 14% dos homens e 9% das mulheres brasileiras, segundo os últimos dados da Campanha Nacional de Prevenção ao Câncer de Pele organizada pela Sociedade Brasileira de Dermatologia.

Qualquer pessoa pode ter câncer de pele, porém existem alguns fatores de risco, como: pessoas muito claras, que se queimam facilmente; exposição excessiva e prolongada ao sol; indivíduos com história familiar de tumor na pele; exposição a compostos ocupacionais como alcatrão ou arsênio; cicatrizes de queimaduras.

Muitos tumores de pele poderiam ser evitados se medidas de prevenção fossem aplicadas em épocas apropriadas.

Os tipos mais comuns e frequentes de câncer de pele são o carcinoma basocelular, o carcinoma espinocelular e o melanoma.

Carcinoma Basocelular.
Dentre todos é o tipo mais frequente e representa 70% dos casos. É mais comum após os 35-40 anos, em pessoas de pele clara. O aparecimento está diretamente ligado à exposição solar cumulativa durante a vida. É mais frequente em áreas expostas ao sol (cabeça, pescoço, braços e mãos) e se apresenta como elevações ou áreas avermelhadas e brilhantes, com crescimento lento, de meses a anos. Apesar de não causar metástases (espalhar para outras áreas do corpo), o carcinoma basocelular pode causar importantes danos locais quando acomete estruturas abaixo da pele tais como nervos, cartilagens e ossos. Por isso, deve ser tratado o mais rápido possível.

O tratamento vai depender do tipo de lesão, da idade, das doenças concomitantes que o paciente apresenta e do local anatômico em que a lesão está situada. Pode-se fazer tratamento cirúrgico (retirada e sutura da lesão), terapia fotodinâmica (aplicação de produto químico e exposição a luz vermelha ou azul), quimioterápico local com imiquimode, congelação com nitrogênio líquido, curetagem e eletrogoagulação com bisturi elétrico. O laser não é tratamento para carcinoma basocelular, a não ser que seja usado apenas para o corte da lesão e posterior sutura.

Carcinoma Espinocelular.
É o segundo tipo mais comum de câncer de pele. Também é mais encontrado em pessoas de pele clara com história de intensa exposição solar. Outras causas são o tabagismo, a exposição a substâncias químicas como arsênio e alcatrão e alterações de imunidade. Acomete mais orelha, face, lábios e boca e pode aparecer como uma elevação avermelhada que descama e que pode ulcerar (virar ferida) e também invadir outros tecidos. Diferente do carcinoma basocelular, este tumor pode ocasionar metástases; por isso, é importante que seja tratado o quanto antes. Quando diagnosticado e tratado rapidamente, a taxa de cura, tanto do carcinoma basocelular quanto do carcinoma espinocelular, é de aproximadamente 95%.

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